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03 December, 2011

Feliz aniversário

Hoje faz anos uma pessoa muito importante. E maravilhosa. (foto daqui)

16 November, 2011

O Futuro

A internet é uma coisa incrível. Permite-me saber mais todos os dias e permite-me fazer coisas. E fazer coisas é muito importante para mim. Por exemplo, andava há dois anos com uma série de textos impublicáveis na gaveta (a.k.a. poemas). Fui ao Lulu, fiz um livro para venda. Assim. Em meia-hora. Se isto não é o futuro anda lá perto.

16 October, 2011

Da Gratidão

Este blog tem mais ou menos 7 meses. E, se tem sido o sucesso que tem sido até agora, é graças às pessoas que o têm divulgado. Assim gostaria muito de agradecer a quem passa por aqui regularmente, mas também:

1) Aos seguintes blogs:

Às Nove no Meu Blog
Quem Sai Aos Seus
Bomba Inteligente
Propriedade Cósmica
A Mónica na Cidade
Encontros.com

2) A todos os que generosamente ao longo destas semanas participaram no Projecto 4 (podem vê-los clicando aqui)

3) Às minhas amigas Carmo Loureiro, Margarida Teixeira Rebelo, Catarina Campinas Furtado, Luísa Barbosa, Annalisa Capriuolo, Ana Serafim e Maria Cabral que põem likes na página do Facebook e fazem share destes conteúdos.

A todos muito, muito obrigada!

13 October, 2011

Do Optimismo

Ontem a minha amiga Lina escreveu este texto sobre o optimismo, que é um tema que me interessa muito. Li-o uns minutos antes de ter chegado à conclusão que hoje precisava mesmo de deixar aqui esta música.

Mind The Gap

06 October, 2011

Pensa Diferente*

Steve Jobs (1955-2011)

*Gosto de pensar nesta frase como um imperativo.

01 October, 2011

Sobre a desarrumação

Esta, meus amigos, é a secretária de Albert Einstein.
Que alívio.
De certa forma posso dizer que tenho alguma coisa em comum com ele. Depois disto, espero não ter que explicar de novo a minha crónica falta de arrumação.

28 September, 2011

Exageros

"The reports of my death are greatly exaggerated", é uma frase habitualmente atribuída a Mark Twain, ao descobrir que o New York Journal tinha publicado o seu obituário. E, muitas vezes é assim mesmo: as notícías da nossa "morte" são grandemente exageradas. Especialmente quando são os outros que a proclamam.
(Em baixo cópia do bilhete original escrito por Mark Twain em que se encontra a famosa frase. Maio de 1897)

26 September, 2011

Ode ao Chantilly

Com tanta gente criativa a escrever músicas e poemas por este mundo fora, nunca ninguém se lembrou de escrever algo a propósito do chantilly? A sério. Isto é preocupante. Sou eu a única a achar que o chantilly merece poesia?
E, porque andei numa pesquisa quimérica pela internet à procura de obras de arte relacionadas com o chantilly, acabei por descobrir que se atribui a sua invenção ao famoso cozinheiro francês François Vatel, que eu associava, por questões de marketing, ao sal. Fiquei também a saber que Vatel não era francês, mas sim suíço. Mas ler sobre a vida de Vatel é também descobrir as intrigas da corte francesa no século XVII onde os festins do Rei-Sol eram de tal forma importantes que, diz-se, Vatel se suicidou aos 40 anos por achar que não teria peixe suficiente para satisfazer os convivas de um banquete real. "O rei e a corte admiraram a sua atitude e continuaram os banquetes", relata friamente a wikipédia.

Miúdos

Esta é a foto de uma turma da primária no início dos anos 70 no meu colégio. Dei com ela no facebook. O colégio era maravilhoso e os miúdos desta altura eram mesmo giros.
(A professora é a Lena George, que alguns anos mais tarde seria também a minha professora primária)

23 September, 2011

Parabéns, Darwin

Charles, não sei se isto será importante para ti, visto que eras mais anglicano e no final da vida tendias para o agnóstico, mas a Igreja Católica acabou de reconhecer a teoria da evolução das espécies. Well done.

(em baixo Charles Darwin sem barba e numa versão dandy)

21 September, 2011

Do Corão

Quando eu andava na escola, nas aulas de história, depois de falarmos dos romanos e dos bárbaros fazia-se uma espécie de silêncio a partir do ano 711, que marcava a invasão árabe da Península Ibérica. Só se voltava a falar de história no século XII, quando D. Afonso Henriques reconquistava a "terra cristã" aos mouros. Nos livros de história, ser mouro era pior que ser a rainha má da história da Branca de Neve.  
Só muito mais tarde, ao nível de estudos pós-graduados, tive o privilégio de aprofundar o que foram esses anos de crescimento científico, cultural e filosófico durante o domínio muçulmano de Portugal e Espanha. E é uma pena que tal não fosse ensinado na altura em que frequentei a escolaridade obrigatória. Afinal, se D. Afonso Henriques não sabia sequer ler, ainda hoje a numeração que usamos é árabe.
Agora, tantos anos mais tarde, nas notícias fala-se muito dos muçulmanos e do que diz o Corão. Como sou uma ignorante na matéria resolvi começar pelo início, ou seja lendo o Corão. 
E as coisas não são bem o que parecem.

20 September, 2011

Romeu e Julieta

"Did my heart love till now? Forswear it, sight!/ For I ne'er saw true beauty till this night."
William Shakespeare, Romeo and Juliet, 1.5

17 September, 2011

Passar a palavra

A minha amiga Lina Santos, autora do belíssimo blog Quem Sai Aos Seus, convida bloggers e outras pessoas para escreverem sobre crianças. Ontem foi a minha vez de "passar a palavra". Podem ler o que escrevi aqui.
(E se quiserem acompanhar o Quem Sai aos Seus no Facebook podem fazê-lo carregando neste link)

15 September, 2011

Magalhães

(Falo do computador) Começamos pelo nome que homenageia um português que é uma referência na história universal, Fernão de Magalhães, e terminamos no que realmente interessa: é um “brinquedo” cheio de jogos engraçados e perfeito para iniciar as crianças no mundo digital. E, hoje, só os Amish achariam que a aprendizagem do que são as novas plataformas e como se usam é algo supérfulo. Saber tirar partido da tecnologia é tão importante como aprender ginástica ou inglês. Adoro pagar impostos para que coisas fixes aconteçam no meu país.
Hoje soube que o projecto foi suspenso e está a ser reavaliado. E encontro muita gente a achar normal que não continue porque “é a crise”.
Achamo-nos assim tão pouco merecedores? Há tanto sítio onde se pode poupar dinheiro. Vamos cortar na educação? A sério?

(Em baixo Fernão de Magalhães, que viveu em tempo de crise, mas que nem por isso achou que a tecnologia era algo supérfulo. Chama-se a isto um homem com visão.)

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