Hoje achei que estávamos a precisar disto. Alain Delon e Romy Schneider no set de A Piscina, filme de 1969, que nunca vi.
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16 December, 2011
É mais ou menos isto
15 December, 2011
Pessoas normais
13 December, 2011
08 December, 2011
Jersey Shore
Encontrei duas referências ao Jersey Shore, o reality-show da MTV que segue umas pessoas muito bronzeadas enquanto se divertem em discotecas, ginásios e jacuzzis. É giro. A primeira está aí em baixo. A segunda é muito subtil: um artigo de Tracy McMillan (argumentista de Mad Men) publicado no Huffington Post que explica com verdade e sentido de humor porque é que muitas mulheres nunca se casaram. Cliquem aqui para o ler.
04 December, 2011
Posters de rua
Se as guerras fossem filmes, seria impressionante o elenco da Guerra Civil de Espanha, onde estiveram no terreno Ernest Hemingway, George Orwell, Frederico Garcia Lorca e Simone Weil. Mais tarde, o conflito inspiraria a produção artística de gente tão diversa como Picasso ou os The Clash. Mas, apesar dos muitos quadros a propósito, aqui ficam alguns posters da época que, segundo se diz, estavam colados por todo o lado estimulando para a luta uma população ainda significativamente iletrada.
29 November, 2011
É mais ou menos isto
28 November, 2011
Keep Calm and Carry On
O poster Keep Calm and Carry On foi inicialmente concebido em 1939 pelo Ministério da Informação britânico, para tranquilizar a população no início da Segunda Grande Guerra. Na altura, acabou por ter uma distribuição muito limitada, sendo redescoberto no ano 2000 (fotos aqui)
23 November, 2011
Pela floresta
Anthony Browne é um ilustrador fantástico. No sentido literal da palavra: os seus desenhos pertencem à fantasia, só existem na imaginação (obrigada dicionário online). Pela Floresta é um dos livros infantis que mais aprecio mas, como os restantes que aconselho, não é para todas as crianças. Porque joga com o medo e não é uma narrativa linear, embora tenha um final feliz. Reparem na ilustração em baixo: a sombra da criança é, na realidade, um coelho; numa das árvores distingue-se a cabeça de um elefante; junto a outra árvore está a maçã da Branca de Neve e atrás de outra um sapo.
18 November, 2011
Desktop Wallpaper
Um miminho para o computador. Download aqui.
15 November, 2011
Capas da Vogue
Etiquetas:
diversos,
inspiração
13 November, 2011
Domingo
Depois de ter lido A Cidade dos Sonhos Perdidos, lançado a 10 de Novembro no Porto e escrito pela minha mãe, ando agora a ler, pela primeira vez voluntariamente, Michel Foucault, que os meus professores da Faculdade tanto se esforçaram por complicar até parecer desinteressante. Comecei pelo primeiro volume da História da Sexualidade. Chama-se The Will to Knowledge (em inglês) e explica porque explodiu o discurso sobre a sexualidade no Ocidente a partir do século XVII, analisando as forças sociais, económicas e políticas que o influenciaram. If sex is repressed, that is, condemned to prohibition, nonexistence, and silence, then the mere fact that one is speaking about it has the apperance of a deliberate transgression, escreve ele no início do livro.
E continuo também encantada com os vestidos da Wiksten. Sei que já tinha falado deles esta semana, mas queria mostrar-vos também estes: rosa velho ou verde floresta?
E continuo também encantada com os vestidos da Wiksten. Sei que já tinha falado deles esta semana, mas queria mostrar-vos também estes: rosa velho ou verde floresta?
11 November, 2011
Cartões de Visita
É bom quando recebemos bonitos cartões de visita. Como estes.
O Rock Institucional
Se a arte no século XX pudesse assumir duas formas seria o cinema e a música rock. Claro que todas as outras continuaram a existir, mas nenhuma se massificou e profissionalizou ao nível destas duas. A elas coube captar o século da democracia, da emancipação, das grandes guerras, da igualdade e das ideologias. O cinema e o rock são a arte ao alcance de qualquer um: estão nos centros comerciais, na televisão, na rádio. São eles que captam o nosso quotidiano e o sublimam.
Mas, se no início a música rock, como outras formas de arte inovadoras, lutou para ganhar o seu espaço – e nesse confronto com outros géneros musicais e formas de arte se fez ela própria arte – hoje a situação é diferente. Nos dias que correm, o rock tornou-se um grande negócio. Foi engolido pela pop e institucionalizou-se. Tornou-se arte ao serviço da lei de mercado. Os que o praticam acomodaram-se (e deram origem ao conceito de “rock star” e de "pop star") e nesse conforto, perdeu-se o lado rebelde e poético. A música que dá lucro não arrisca e, quem não procura coisas um bocadinho diferentes, passa a manhã no carro a ouvir os mesmos refrões e as mesmas batidas sem distinguir bem se aquele single é novo ou é de há cinco anos. Provavelmente será um remix.
(em baixo: The Beatles nos anos 60)
(em baixo: The Beatles nos anos 60)
10 November, 2011
Doenças Crónicas
09 November, 2011
Antes de morrer, quero...
A artista plástica Candy Chang aproveitou um edifício abandonado em New Orleans e transformou-o numa obra de arte colectiva, convidando quem por ali passa a terminar a frase: "Before I die I want to..."

08 November, 2011
Afeganistão
O Afeganistão não é só o que aparece nos noticiários da noite, pois não?
04 November, 2011
Post Break-Up Sex - Uma análise
Independentemente do que se faça até ao final do ano Post Break-Up Sex dos The Vaccines é, para mim, a melhor música rock de 2011.
Mas é mais do que isso.
É também um ponto de partida interessante para falar da relação entre homens e mulheres, que não entendo como harmónica, mas sim como de conflito latente. E a questão é: hoje em dia os homens sentem-se à vontade para serem homens e para expressarem os seus desejos e vontades, independentemente do que as mulheres possam achar? Ou tornaram-se esses seres sensíveis criados pelo imaginário feminino que compreendem os nossos sentimentos e lavam a loiça? Mais do que perceber as mulheres, trata-se hoje em dia de perceber a identidade masculina. Onde é que ela está?
Senão vejamos a clivagem na letra de Post Break-Up Sex. Se por um lado ele começa por dizer:
I can barely look at you
Don't tell me who you lost it to
Depois enche-se de remorsos e explica-se:
Didn't we say we had a deal, didn't I say how bad I'd feel?
Everyone needs a helping hand, who said I would not understand?
Everyone needs a helping hand, who said I would not understand?
E a letra vai oscilando entre a crueza masculina do homem que sente que não tem que justificar os seus impulsos sexuais e quase simultânea necessidade de os defender perante a mulher. Como ele próprio não soubesse bem quem é ou o que quer. É isto ou sou eu que ando a ler demasiado Camile Paglia?
03 November, 2011
Acredito que posso voar
Este post é para quem está, neste momento, sentado em frente a um computador a pensar que a vida é uma seca. Isso mesmo, é para vocês. Aqui fica o trailer de um documentário do realizador francês Seb Montaz sobre skyliners (também não sabia o que era, mas agora já sei)
Atenção: Não tentem isto no prédio mais próximo. (mas tentem todas as outras coisas)
01 November, 2011
Costumes Estrangeiros
Não é um costume português, mas são bonitos estes cartões a anunciar o nascimento de um bebé. (mais aqui)

28 October, 2011
Na DIF
Este mês colaborei com a revista com mais pinta de Lisboa, a DIF. É grátis e anda por aí (também podem ler online aqui). Escrevi sobre os Givers e aqui está o meu texto:
Joana Cabral
Joana CabralProdutora televisiva
Givers
“In Light”
Vale a pena começar o Outono
ouvindo um disco de Verão. “In
Light”, a estreia dos Givers num
longa-duração (depois de um EP em
2009), é uma viagem luminosa por
vários géneros musicais – afrobeat,
folk, indie-pop – num disco que
nos atira para o sol. O quinteto,
originário do Louisiana, aposta na
percussão e em melodias felizes e
inesperadas, que se adivinham saídas
de frequentes sessões de improviso.
Este poderia ser um álbum caótico,
mas é melhor chamar-lhe um
disco plural ou um disco colectivo,
onde se misturam diversas vozes,
instrumentos e estilos. É nessa
aparente confusão de ritmo e energia
que melhor se define a identidade da
banda. Os Givers não nos oferecem
algo completamente novo, mas sim
o conforto da música bem feita, bem
produzida e convincente. É isso
mesmo. Razões mais que suficientes
para não os perder de vista em 2011.(Glassnote 2011)
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