Este é o estúdio de fotografia de Mark Borthwick... em Brooklyn. Nice. (mais aqui)
11 October, 2011
Local de Trabalho #11
10 October, 2011
Nova Iorque vista do céu
Projecto 4 - Hélio Morais
A coisa gira de ter um blog é poder (também) dar espaço a pessoas que admiro. Assim, todas as segundas-feiras o Menina Rapaz abre a porta e desafia alguém a escolher 4 coisas que o inspiram.
O convidado de hoje é Hélio Morais, músico e baterista de - nada mais nada menos - três bandas nacionais: Linda Martini (vejam-nos aqui em Paredes de Coura a partir tudo), PAUS (com disco novo a sair em Novembro) e If Lucy Fell. Tudo bandas boas, daquelas que vale mesmo a pena ouvir e, sobretudo, ver ao vivo. Em relação ao Projecto 4 diz: "Não te consigo responder taxativamente quais são as quatro coisas que mais me inspiram ou inspiraram. Ando na rua de olhos abertos e tento absorver todas as pequenas coisas. Por vezes inspiram-me, por vezes permitem-me simplesmente sonhar de olhos abertos, abstrair-me de mim". E é essa mesmo a ideia do Projecto 4.
(E a maravilhosa foto aí em baixo foi tirada pela Adriana Boiça Silva)
(E a maravilhosa foto aí em baixo foi tirada pela Adriana Boiça Silva)
1. A luz de Lisboa
Vivo perto do Adamastor e por isso tenho o privilégio de ver um nascer do sol lindo. E um recolher também. É um lugar-comum? É! É bonito e redondinho? É! Mas mais do que qualquer uma destas coisas, é verdade. E as coisas verdadeiras não deixam de ser bonitas por serem do senso comum.
2. O carinho que as pessoas dedicam aos artistas que admiram
Quando se cria pela simples necessidade de se criar, pela sensação de vida que isso possa trazer, ou pela realização pessoal, nunca se pensa de que forma isso pode tocar noutra pessoa. É incrível a sensação que se tem ao se perceber que se causa impacto na vida (um simples momento, uma decisão, um dia, etc.) de uma pessoa que nunca se conheceu. E o momento da percepção disso mesmo é algo ainda mais inspirador. O vídeo que deixo a seguir, é um desses momentos.
3. As pessoas
Gosto de as olhar, ainda que por vezes possa ser inconveniente. Não o faço com o intuito de as deixar desconfortáveis ou de as confrontar. Faço-o simplesmente porque me cativam os gestos, as expressões, as palavras que não ouço, os sorrisos, os amuos…
Não me proponho a concluir nada. Ainda hoje estou a aprender a compreender-me a mim próprio, por isso não ouso sequer ter a arrogância de achar que compreendo os outros.
Uma das pessoas que mais me fascina, costuma estar de braço estendido na Rua Garret, em Lisboa. Se fosse realizador de cinema, certamente faria questão de a ter num filme. Os olhos têm qualquer coisa. Aliás, toda a expressão facial.
4. Música
Por todas as razões óbvias e mais algumas.
Deixo uma de que gosto muito. Intemporal.
09 October, 2011
Oscar Wilde
I never travel without my diary. One should always have something sensational to read in the train, diz Gwendolen Fairfax em A Importância de se Chamar Ernesto, a última peça que Oscar Wilde escreveu antes do julgamento que o levaria à prisão e que acabaria com a sua brilhante carreira.
Sobre o Halloween
Não tivesse eu passado uns quantos Halloween em Boston e tal como toda a gente acharia de mau-gosto esta importação de costumes alheios. Mas a verdade é que passei. Por isso sou a favor de sopa de abóbora, waffles de canela, sustos, casas assombradas, aranhas e bruxas. É uma celebração da natureza em tons laranja e uma festa pagã onde as crianças (e adultos) se confrontam com o medo. E também a mais bonita época do ano em New England.
(Foto: Country Living)
08 October, 2011
Bom fim-de-semana
07 October, 2011
Isto não é uma ninfa
Na Crítica do Juízo Kant define o belo como "o que agrada universalmente, sem relação com qualquer conceito". Assim, a satisfação estética não está relacionada com qualquer fim subjetivo ou objetivo. O belo existe enquanto fim em si mesmo: agrada pela forma, mas não depende da atracção sensível nem do conceito de utilidade ou de perfeição.
Isto a propósito das tais ninfas de William-Adolphe Bouguereau que vos tinha prometido aqui. Porque a pintura deste artista me confunde. É bela, sim senhor, mas também é pirosa. Ou não? E o Belo e o Piroso serão conceitos compatíveis?
Madewell Fall 2011
Casa com quintal
Nas fotografias estes designers estão com um ar deprimido. Mas não têm razão nenhuma para estar tristes. Afinal têm uma linda casa com quintal.
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