30 October, 2011

Pulseiras de Plástico

Quando era miúda tive dúzias de pulseiras como as duas de plástico que esta senhora está a usar (corações e estrelinhas).

Post sobre a Grécia #3

Mais um lindo quadro de John William Godward.

Post sobre a Grécia #2

The male orientation of classical Athens was inseparable from its genius. Athens became great not despite but because of its misogyny, escreve Camille Paglia em Sexual Personae: Art and Decadence from Nefertiti to Emily Dickinson (1990)

Tau. Esta doeu. E faz pensar.

Strike a pose, responde Madonna.


Post sobre a Grécia #1

Imagens de uma viagem Grécia, encontradas aqui. Tive uma mochila igual às da primeira foto, comprada mesmo ao lado do Parthenon.

29 October, 2011

Waffles de Outono

No Outono sabe bem juntar à massa das waffles um pouco de granola (mistura de cereais que se vende em qualquer supermercado).
No produto final (ver foto 3 que tem por cima doce de framboesa) quase não se nota a granola. Só muda o sabor.

28 October, 2011

Na DIF

Este mês colaborei com a revista com mais pinta de Lisboa, a DIF. É grátis e anda por aí (também podem ler online aqui). Escrevi sobre os Givers e aqui está o meu texto:

Joana Cabral
Produtora televisiva
Givers
“In Light”

Vale a pena começar o Outono
ouvindo um disco de Verão. “In
Light”, a estreia dos Givers num
longa-duração (depois de um EP em
2009), é uma viagem luminosa por
vários géneros musicais – afrobeat,
folk, indie-pop – num disco que
nos atira para o sol. O quinteto,
originário do Louisiana, aposta na
percussão e em melodias felizes e
inesperadas, que se adivinham saídas
de frequentes sessões de improviso.
Este poderia ser um álbum caótico,
mas é melhor chamar-lhe um
disco plural ou um disco colectivo,
onde se misturam diversas vozes,
instrumentos e estilos. É nessa
aparente confusão de ritmo e energia
que melhor se define a identidade da
banda. Os Givers não nos oferecem
algo completamente novo, mas sim
o conforto da música bem feita, bem
produzida e convincente. É isso
mesmo. Razões mais que suficientes
para não os perder de vista em 2011.

(Glassnote 2011)

A Professora de Filosofia

A vida de Simone Weil foi tão contraditória, que se torna fascinante. Foi simultaneamente filósofa e activista social. Nasceu numa família judia, mas foi no Cristianismo que desenvolveu o seu lado místico. Foi uma criança brilhante, uma aluna excepcional. Mais tarde abandonou a sua posição como professora de Filosofia para trabalhar nas fábricas francesas durante os anos 30 e conhecer de perto as condições dos trabalhadores.
Durante a Segunda Grande Guerra, enquanto residia em Inglaterra como membro da Resistência Francesa, comia apenas o que achava que era permitido aos seus compatriotas que habitavam as zonas ocupadas pelos alemães. Debilitada por anos de privações, viria a morrer aos 34 anos num sanatório inglês.
(Na foto, sentada entre professoras de Filosofia em França. Á esquerda, de óculos)

Quatro coisas


De cima para baixo: o anel da minha avó, a cor do tronco dos eucaliptos no Outono, estas abóboras e este lindo penteado encontrado aqui

Cinco dos The Strokes

Há lá coisa melhor num dia de Outono do que escolher cinco músicas dos The Strokes?
Cá estão elas todas de seguida:

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