John Kennedy Jr. e Carolyn Bessette Kennedy passeiam o seu cão Friday em Nova Iorque, numa fotografia falsamente descontraída. Esta foto saíu há uns 10 anos na Vanity Fair e nunca mais me esqueci dela.
08 September, 2011
07 September, 2011
Like a Virgin
"O que nós havemos de ser todos, já vós o começastes a ser. Possuis já neste mundo a glória da ressurreição; vós passais através do mundo sem as manchas do mundo. Enquanto perseverais castas e virgens, sois iguais aos anjos de Deus", escreveu S. Cipriano em De habitu virginum.
As noções de virgindade e de pureza são das que acho mais interessantes do ponto de vista teológico. No Cristianismo, por exemplo, remetem-nos para ideais platónicos. Madonna, pelos vistos, também se sentia intrigada com esta questão.
Nova Inglaterra
É Setembro e o sítio para estar é New England, costa nordeste dos Estados Unidos. Seis estados que são simultaneamente liberais e puritanos, rurais e industrializados, isolados mas cheios de imigrantes.
E, no Outono, as árvores ficam assim.
E, no Outono, as árvores ficam assim.
Mundo Material
De acordo com Platão, o mundo material (ou seja o mundo dos sentidos) é uma ilusão. O mundo real está para além do mundo material: são as Ideias. Assim, Platão afirma: "Só as Ideias são reais".
Madonna discorda.
Marie Curie
E a propósito do anúncio aí em baixo: Marie Curie (1867-1934), pioneira na investigação na área da radioactividade, foi tudo isto: 1) a primeira mulher a receber um Prémio Nobel, 2) a primeira pessoa a receber dois Prémios Nobel e 3) a única pessoa a recebê-lo em duas áreas diferentes (Física e Química). Infelizmente não encontrei nenhuma foto em que estivesse a sorrir.
(O seu marido Pierre, a sua filha Irene e o seu genro Fréderic, foram igualmente vencedores de Prémios Nobel).
06 September, 2011
05 September, 2011
Projecto 4 - Ana Bacalhau
A coisa gira de ter um blog é poder (também) dar espaço a pessoas que admiro. Assim, todas as segundas-feiras o Menina Rapaz abre a porta e desafia alguém a escolher 4 coisas que o inspiram.
A convidada de hoje é a Ana Bacalhau, voz da Deolinda, que vi pela primeira vez em concerto no Festival Noites Ritual no Porto em 2009. Fiquei rendida. Que as músicas eram muito bonitas e diferentes do que se fazia por aí já sabia, mas que em palco a banda oferecesse tanta energia e emoção excedeu as minhas expectativas. Vê-los ao vivo é obrigatório. E depois conhecer a Ana é uma sucessão de surpresas boas. Simpática, genuína, inteligente e cheia de sentido de humor. Porque apesar de levar muito a sério aquilo que faz, não se leva demasiado a sério. Aqui estão quatro coisas que a inspiram.

1. Janis Joplin, a tocar saltério e a cantar a sua So Sad to be Alone
2. O humor de George Carlin
4. Monólogo de Lucky em Waiting for Godot, de Samuel Beckett
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